Pela Pesquisa Abrappe mais recente, o varejo brasileiro perde em média 1,65% do faturamento. Numa loja que fatura R$ 350 mil por mês, são R$ 5.775 saindo pela porta todo mês. Conheça a Engenharia de Prevenção Stocktag e estanque essa sangria de caixa.
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Em 2025, as perdas do varejo brasileiro somaram R$ 42,1 bilhões, alta de 15,3% sobre o ano anterior. O faturamento do setor cresceu 6,4%: as perdas cresceram mais que as vendas.
do faturamento é a média nacional de perdas no varejo, somando furtos externos, desvios internos e falhas operacionais.
é o que perde, em média, uma loja que fatura R$ 350.000 por mês.
saem direto do seu lucro líquido, sem nota fiscal e sem volta.
Em um ano, são R$ 69.300 jogados fora. A diferença é que, em vez de estacionado na sua garagem, esse dinheiro sai pela porta da sua loja.
Cálculo pelo índice médio de 1,65% sobre o faturamento. A perda real de cada loja varia conforme segmento, localização e controles já existentes.
No varejo de moda e calçados, a venda nasce do toque: o cliente pega a peça, sente o tecido, prova no espelho, calça o tênis e anda pela loja. Esconder o produto atrás do balcão mata a compra por impulso.
Mas cada peça solta, sem proteção individual, é uma oportunidade de furto. É o furto oportuno, de quem não entrou para furtar, mas viu a chance.
A saída não é fechar a loja ao toque. É proteger cada peça individualmente.
Quem pensa em furtar olha primeiro para a entrada. Ao ver o sistema, desiste ou procura outra loja. Câmera só registra o prejuízo; a antena bloqueia a saída.
Só pelo impacto visual das antenas instaladas na entrada da loja.
Internos e externos, com cada peça protegida e a equipe treinada para operar o sistema.
Fonte dos índices: pesquisa com clientes Stocktag.


Quando o cliente pode tocar, provar e calçar livremente, as vendas crescem substancialmente. Com as etiquetas rígidas e os cabos de aço extensores Stocktag, cada peça leva a própria proteção.
Da porta ao caixa, cada equipamento cumpre uma função e todos trabalham juntos.

Modelos em alumínio, de presença imponente, ou em acrílico transparente, que se integram à fachada.

Aplicadas com pino em roupas e peças de tecido. Reutilizáveis: saem no caixa e voltam para a próxima peça.

Cabo de aço que passa pela alça, cadarço ou fivela e se conecta à etiqueta, protegendo o que o pino não alcança.

O desacoplador remove as etiquetas em segundos e mantém a fila andando. O verificador confirma que nenhuma etiqueta ficou na sacola.
Padrão das grandes redes. Detecção precisa e vãos de entrada de até 1,70 m entre antenas.
Ótimo custo-benefício para moda e calçados, com vãos de 1,30 m a 1,40 m conforme o modelo.
Vendedor que passa o dia de olho na porta não vende. Com a tecnologia cuidando da saída, a equipe volta a fazer o que dá resultado.
Atenção total ao cliente no provador, sugestão de peças complementares e fechamento da venda, sem desconfiança no ar.
Tempo livre para gravar provadores, novidades e looks para o Instagram e o WhatsApp, que trazem gente nova para a loja física.
Ninguém é seguido pelos corredores. A experiência de compra fica leve, e o cliente volta.
As grandes redes protegem cada peça há décadas porque fizeram as contas. A mesma lógica vale, e pesa ainda mais, para quem tem margem apertada.
Um único vestido furtado pode levar o lucro de vários dias. E, se era o último tamanho P, leva também a próxima venda.
Com margem de 10%, repor uma peça furtada exige vender outras dez. Proteger sai mais barato do que vender para cobrir o buraco.
O mesmo projeto replicado loja a loja, com controle de perdas comparável entre filiais.
"Antifurto é caro e coisa de loja grande."
Caro é perder R$ 5.775 por mês sem perceber.
Em geral, quanto menor a margem, mais o furto pesa. O projeto é dimensionado para a sua entrada e para o seu mix de produtos. Na análise, comparamos o investimento com a perda estimada da sua loja, para você decidir com números.
A tecnologia AM (58 kHz) é a usada pelas grandes redes: detecção mais precisa e vãos maiores, de até 1,70 m. A RF (8,2 MHz) tem ótimo custo-benefício e atende bem a maioria das lojas de moda e calçados, com vãos de 1,30 m a 1,40 m. O especialista indica a tecnologia depois de avaliar a largura da sua entrada e o seu mix.
As etiquetas rígidas são aplicadas com pino em costuras ou na etiqueta interna da peça, e retiradas no caixa com o desacoplador. Treinamos sua equipe na aplicação e na remoção corretas.
Para itens em que o pino não se aplica, usamos os cabos de aço extensores, que passam pela alça, pelo cadarço ou pela fivela e se conectam à etiqueta. Para óculos, há etiqueta específica.
O alarme só dispara quando uma peça com etiqueta ativa passa pelas antenas. O verificador no caixa confirma que nenhuma etiqueta ficou na sacola, e a equipe é treinada para abordar o cliente com discrição e dentro das normas legais.
Depende da largura da entrada, da tecnologia escolhida e da quantidade de peças a proteger. Por isso começamos com uma análise de retorno gratuita: você vê quanto perde hoje e quanto o sistema recupera, antes de investir.
Fale com um especialista Stocktag em prevenção de perdas e receba um estudo de payback e recuperação de margem para a sua loja.